terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Gouvães do Douro

Gouvães do Douro é freguesia do concelho de Sabrosa. Fica situado na encosta da serra de S. Domingos junto à foz do rio Pinhão. No século VI d.C. denominava-se Gaudilanis. Foi vila e sede de concelho entre 1202 e 1834, sendo o seu município constituído pelas freguesias de Casal de Loivos, Gouvães do Douro e São Cristóvão do Douro. Teve foral de D. Sancho I em 1202. Extinto o concelho em 1834, passou a incorporar o município de Provesende em 1836 e mais tarde o concelho de Sabrosa. Possui um pelourinho, que caiu em 1874 com um temporal, sendo reconstruído imediatamente pelo povo.

Fonte: Monografia do concelho de Sabrosa – Biblioteca Municipal de Sabrosa Soares, A. M. R., Sabrosa, Da Pré-História à Actualidade. Edição da Câmara Municipal de Sabrosa, 2005.

12 comentários:

Anónimo disse...

E pena haver pouca informaçao destes pequenos povos dourienses.Mas esta bem.

aa disse...

Olá Valentim!
Mais uma interessante e informativa postagem desse teu concelho...
Continua a divulgar...!
Beijos,

AA

francisco coelho disse...

O DOURO e uma regiao que esta abraçada pelo mundo. Que a todos nos toca no coraçao , o seu amor profundo.E a alma de Portugal,que nao e nada mais que um encanto... .Como esta beleza nao ha igual,da cabeça aos pes coberto por um manto.Manto este cuspido aqui e alem.Desenhando pequenos vinhedos,mas que no fundo nos revelam tambem,a fonte dos seus segredos.Beijando a seus pes um rio,atrevido com sus forças vai cavalgando indeterminado e frio,pelas encostas que o vao aconchegando.

Helena Paixão disse...

Sempre que visito o teu blogue tenho que acrescentar mais um local na minha lista de sitios a visitar...

Acho que vou desistir da lista, imprimo o teu blogue e uso-o como roteiro com fotos e tudo :-)

Beijinhos

Aprendiz disse...

Se esse Pelourinho falasse... embora belo, é macabro pensar que aí foram fustigadas pessoas: judeus, hereges em geral, ladrões... nunca acreditei na justiça do povo, prefiro a má justiça que temos. :)
As fotos, essas, estão esplêndidas.

Abraço

Carlos Alves disse...

É bom haver alguém a divulgar estas aldeias, as suas fontes e pelourinhos.Eu sou desta pequena aldeia e fico muito feliz por a ver assim divulgada.Parabéns.

Valentim Coelho disse...

Olá Carlos Alves,
Obrigado pela passagem no meu blog.
Eu su da região e faço o que posso por a divulgar.
Cumprimentos.

Vítor Amorim disse...

Olá Carlos Alves, também sou dessa pequena terra. O mundo é pequeno unido que está pela Internet (e pelo google).

Desculpas ao Valentim Coelho que deveria ser o destinatário dos comentários pelo bom trabalho de divulgação realizado.

Anónimo disse...

Olá Valentim!
Obrigada por divulgar tão bem este nosso cantinho. Carlos Alves,e Vitor, eu tambem sou dessa táo bela terra. E tambem gosto de divulgar esse nosso cantinho, em tertúlias poéticas que promovo aqui na cidade do Porto.
Cumprimentos
Elvira

Anónimo disse...

Olá, Valentim
Sirvo-me deste, para mandar um presente ao carlos, e Vitor. A si mais uma vez obrigada.

Ventre

No teu ventre rasgado por socalcos,
aberto para o panorama que transcende a ilusão,
vendo o Douro a seus pés, seguindo com pomposa arte,
desembocam vinhedos em estandarte,
convidando o peregrino à sua contemplação.

Mas tua beleza já não há quem a veja,
a contemplar-te o medronheiro, o tojo,
as esqueléticas mãos que outrora te trataram,
rasgando carinhosamente teu ventre com enxadas,
e que hoje jazem inertes, magoadas, a deambular
o olhar pelos socalcos que amaram, com a noite
em seus rostos estampada.

Em tuas entranhas outrora fecundas,
a passarada raiava pela manhã;
havia frutos, verdes, verdinhos, maduros,
e um sol luminoso em nossos caminhos,
que as horas foram apodrecendo sem o tempo reparar.

E no entardecer já não fecundo
vão ficando as saudades desse outro mundo
em que te via com olhos inocentes
a ti, Gouvães do Douro, a palpitar.

Valentim Coelho disse...

Olá Vitor Amorim,
bem vindo ao meu blog, e obrigado pelas palvras.

Olá Elvira,
obrigado pelas suas palvras. Eu estarei aqui sempre, para divulgar este pedaço do "reino maravilhoso". E as suas
tertúlias poéticas serão sempre bem vindas na ajuda à promoção da nossa região.
Cumprimentos.

Mauricio G. de Moura disse...

Ola Valentin, vivo no Brasil e sou filho e neto de portugueses. Creio que meu avô era filho desse povoado que tu apresentas tão gentilmente. Espero descobrir mais a respeito para poder comprovar minhas espectativas. grande abraço e continue a divulgar.