A flora do vale do rio Pinhão é muito variada, sendo o vale do rio em grande parte dominado pela videira e oliveira. Destacam-se também entre as árvores cultivadas a laranjeira, figueira e a nespereira que aparecem com alguma frequência em hortas junto ao rio. Os matos são sobretudo compostos por sobreiro, azinheiras, medronheiros, giestas e pinheiros, podendo também aparecer o castanheiro (sobretudo mais junto à nascente do rio). Junto às margens do rio aparecem com frequência os amieiros e surgem também pequenos canaviais. A lista das ervas é extensa, onde se inclui a alfazema, o alecrim, a papoila, o fiolho, os juncos, os fetos, as silvas, a erva-longa, entre muitas outras. Pictures from Trás-os-Montes region, Douro region, Bragança, Portugal and others beautiful places
domingo, 13 de setembro de 2009
Flora do vale do rio Pinhão
A flora do vale do rio Pinhão é muito variada, sendo o vale do rio em grande parte dominado pela videira e oliveira. Destacam-se também entre as árvores cultivadas a laranjeira, figueira e a nespereira que aparecem com alguma frequência em hortas junto ao rio. Os matos são sobretudo compostos por sobreiro, azinheiras, medronheiros, giestas e pinheiros, podendo também aparecer o castanheiro (sobretudo mais junto à nascente do rio). Junto às margens do rio aparecem com frequência os amieiros e surgem também pequenos canaviais. A lista das ervas é extensa, onde se inclui a alfazema, o alecrim, a papoila, o fiolho, os juncos, os fetos, as silvas, a erva-longa, entre muitas outras. sábado, 11 de julho de 2009
Moinho das Poldras - São Cristóvão do Douro

The Poldras Mill (Moinho das Poldras) is located on the right bank of the Pinhão River, in the parish of São Cristóvão do Douro (Municipality of Sabrosa). This mill was operational until the 1970s, where Joaquim Amaral, one of the region's last living millers, worked for the final time. The mill is currently owned by Henrique Franco.
The mill's name derives from the presence of schist and granite stones set into the river that served as a crossing between the banks, known locally as poldras (stepping stones). In the central part of the river, these stones are no longer visible, as they were washed away by a major flood in the early 20th century.
The mill can be reached via a dirt road leading from the village. The spot is popular for picnics and camping.
terça-feira, 10 de março de 2009
Moinho da Figueira
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Imagens do Rio Pinhão

domingo, 22 de junho de 2008
Rio Pinhão
O rio Pinhão é um pequeno rio da região de Trás-os-Montes e Alto Douro e afluente da margem direita do rio Douro. O seu percurso tem
Nos seus primeiros quilómetros o rio percorre vales de declive pouco acentuados, com predominância de rochas graníticas e com manchas de pinhais ao longo do seu percurso. Mais junto a foz, os vales são profundos com vertentes abruptas, de natureza xistosa. Nas suas encostas encontram-se as vinhas plantadas em patamares onde se destacam os muros
O coelho, a lebre, o javali, a raposa, o esquilo, a perdiz, o pintassilgo e o tordo são alguns dos animais que constituem a fauna do vale do rio Pinhão. Os amantes da pesca podem encontrar neste rio barbos, bogas, trutas, achigãs, escalos, percas e enguias.
A flora é muito variada podendo-se encontrar nas suas margens o pinheiro, o castanheiro (sobretudo mais junto à nascente do rio), a videira, o sobreiro, a oliveira, freixos, salgueiros, medronheiros, etc.
Recentemente no limite do concelho de Sabrosa, junto à freguesia de Torre do Pinhão foi construída uma barragem para abastecer a população dos concelhos de Sabrosa, Vila Real, Alijó e Peso da Régua, permitindo no futuro resolver o problema da falta de água nestes concelhos [2].
[1] Alencoão, A. M. & Portugal Ferreira, M. R. Algumas características morfológicas da bacia hidrográfica e do percurso do rio Pinhão. UTAD/UC.
[2] “Barragem do Pinhão pronta”. Jornal de Noticias, 29 de Abril de 2008.

